Na cana-de-açúcar, a escassez de mão de obra é um dos principais desafios de cada safra. Uma das etapas mais pressionadas é a catação química, essencial para o controle de plantas daninhas e historicamente dependente de equipes numerosas.

A atividade continua indispensável, embora onerosa e desafiadora para produtores em todo o Brasil. O que evoluiu foi a forma de fazer. 

Agora com robôs em campo, a catação química entra em uma nova fase. É essa transformação, com o Solix da Solinftec, que você vai conhecer agora. 

Neste artigo, você vai entender:

  • O limite do modelo tradicional de catação química na cana
  • Como a robótica evolui a catação química com aplicação planta a planta
  • Mais produtividade e saúde no solo, menos herbicidas
  • Como a tecnologia melhora a qualidade do trabalho no campo
Robô Solix, da Solinftec, ilustra a evolução da catação química.

O primeiro robô agrícola autônomo do mundo transforma a catação química com até 93% menos herbicidas na cana e monitoramento planta a planta.

O limite do modelo tradicional de catação química na cana

Na catação química tradicional,  a intervenção costuma ocorrer quando as daninhas já competem com a cultura, exigindo aplicação generalizada no talhão. O resultado é aumento de custo, perda de eficiência e maior exposição humana a herbicidas.

Esse formato impõe limitações claras à operação:

  • Intervenção tardia, quando a matocompetição já compromete o potencial produtivo;
  • Aplicação em área total, com quadriciclos ou profissional a pé, como forma de “garantir cobertura”;
  • Maior consumo de herbicidas por falta de precisão;
  • Dependência de equipes numerosas;
  • Oscilação de eficiência ao longo do dia e da safra;
  • Dificuldade de padronização técnica;
  • Maior exposição humana a químicos e à rotina exaustiva do campo.

Agricultura moderna com a Solinftec: descubra por que robôs e IA são indispensáveis 

Como a robótica permite aplicação planta a planta nos estágios iniciais

Por muitos anos, foi comum monitorar por amostragem e agir aplicando todo o talhão. Hoje, a robótica permite ação planta a planta ainda nos estágios iniciais, com uma nova forma de abordagem para o manejo. 

O Solix, da Solinftec, transforma o trabalho no campo com: 

  • Identificação individual de cada cultura e daninha;
  • Aplicação localizada antes que a matocompetição se intensifique;
  • Intervenção preventiva, proativa e autônoma;
  • Maior precisão no manejo.

A evolução começa no campo, transforma o trabalho na linha de frente e gera benefícios para toda a operação. 

Movido a energia solar, o robô vive no campo e capta informações do talhão continuamente. Com a Alice A.I comandando a identificação de plantas e a pulverização, a operação melhora safra após safra.

Não é só automação. É inteligência embarcada aplicada ao manejo.

Os resultados aparecem rapidamente:

  • Até 93% menos herbicidas em aplicações seletivas;
  • Redução de até 45% no volume aplicado em pós-emergência;
  • Eliminação do uso de diesel na pulverização seletiva;
  • Controle precoce e quebra do ciclo reprodutivo das daninhas;
  • Realocação de equipes para tarefas estratégicas.

Como a robótica transforma a catação química

Ganhos do Solix versus a catação química convencional ilustrados em tabela: 5x mais eficiente que a catação manual e faz o mesmo trabalho que 5 quadricíclos no campo.

O Solix é 5x mais eficiente que a catação manual e faz o mesmo trabalho que 5 quadricíclos no campo.

Quando se fala em evolução no campo, o próximo passo de todo produtor é a busca por mais produtividade, eficiência e rentabilidade. Com o Solix operando continuamente, o manejo se transforma com automação e foco em ganho de eficiência em escala. 

O talhão inteiro responde a uma nova forma de trabalhar porque: 

  • A automação eleva a eficiência da operação;
  • A redução no uso de insumos diminui o custo das missões de pulverização;  
  • Culturas sofrem menos com competição por luz, água e nutrientes;
  • Há potencial incremento produtivo desde o início do ciclo;
  • A biologia do solo é preservada, com menor impacto químico e menos pisoteio;
  • Melhor aproveitamento dos recursos disponíveis no talhão;
  • Maior eficiência no uso de insumos.

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Mais produtividade e saúde no solo, menos herbicidas

Quando a catação química se transforma com tecnologia de ponta, o impacto vai além da produtividade e alcança toda a sustentabilidade da operação. A aplicação planta a planta reduz em mais de 90% a carga química no talhão, com pulverizações apenas onde se encontram daninhas. 

O uso inteligente de herbicidas mantém o solo biologicamente ativo. Com menor interferência química e operacional, equipes não são expostas aos herbicidas e o solo permanece produtivo ao longo das safras, com mais vida e mais equilíbrio:

  • +40% de fungos e bactérias associados à resiliência, que ajudam a cultura a enfrentar estresse climático, doenças e pragas;
  • +48% de microrganismos ligados à produção, que favorecem o desenvolvimento da lavoura;
  • +12% de microrganismos envolvidos na degradação de moléculas químicas e orgânicas, contribuindo para um sistema mais sustentável.

Mais qualidade de trabalho para as pessoas do campo

Trabalhador com EPI para catação química convencional.

O Solix possibilita a realocação de mão de obra para atividades estratégicas, com menos riscos e melhor qualidade de vida para quem vive no campo.

Como falamos no início do texto, a evolução da catação química começa no campo. Com o melhor da tecnologia, a Solinftec muda a rotina de quem vive na linha de frente.

Se antes a atividade exigia longas jornadas sob altas temperaturas, esforço físico intenso e exposição constante a herbicidas, isso pode ser parte do passado.  

Com a robótica, essa dinâmica muda e o campo todo evolui com:

  • Equipes menos expostas aos herbicidas;
  • Redução do desgaste físico com realocação de profissionais;
  • Maior qualificação da mão de obra;
  • Profissionais focados em análise, supervisão e tomada de decisão;
  • Melhora consistente na qualidade de vida no campo.

TRANSFORME A CATAÇÃO QUÍMICA COM A SOLINFTEC

A escassez de mão de obra no campo não é um desafio passageiro. Ela exige mudanças estruturais na forma de operar. Na cana-de-açúcar, a resposta não foi abandonar a pulverização, foi transformar a catação química em um processo autônomo, eficiente e sustentável.  

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